Gemcast #018: You are a pirate!

Célebre animação do LimeWire.

No programa de hoje eu (Rodrigo Ghedin), Paulo Higa, Joel Nascimento Jr. e Felipe Zorzo partimos com tudo para falar de SOPA, PIPA, MegaUpload e, claro, pirataria. Demos uma repassada nos eventos cataclísmicos dos últimos dias, as implicações que eles trazem para o dia-a-dia do pirateiro médio e, claro, muitas e muitas confissões (olha só!). O programa está sensacional, mesmo :-D

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Publicado em Gemcast
22 comentários sobre “Gemcast #018: You are a pirate!
  1. rabello disse:

    Sou pirateiro assumido e convicto! Depois da Internet da globalização, com a velocidade da informação, não tem mais espaço para limitações geográficas. Ter que esperar meses, as vezes anos para assistir minhas séries e ainda pagar caro pra isso é algo absurdo, enquanto pessoas comuns conseguem fazer este serviço em horas e de grátis! O tempo passa as coisas mudam e quem não se adaptar será atropelado.

  2. guirodr disse:

    Mas pensa bem, não to querendo ser advogado do diabo(e que diabo), mas, as gravadoras estão no direito delas. Foram elas que investiram dinheiro, mão de obra, criatividade e outras coisas pra criar a música, ou a série, ou os filmes(no caso dos estúdios), então, nada mais normal do que querer defender o direito autoral de suas criações. Claro que a forma com que elas queriam isso, com essa carta branca que podia ser usada tanto pra defesa quanto pra ataque está errada. Agora olhem por outro ponto de vista. Você cria uma música, um estúdio pega essa sua música e coloca em um filme, essa música faz muito sucesso e eles resolvem lançar essa música no iTunes(exemplo), ganham dinheiro em cima de uma coisa que você criou e que você não ganha nada, vocês não ficariam no mínimo irritados? Não processariam o estúdio? Me corrijam se eu estiver errado.

    • Pepe disse:

      A grande questão não é se as gravadoras tem ou não direito sobre seu material legal e sim como elas exercem esse direito.
      Quem investe para que o artista chegue ao sucesso, tem que ter o seu retorno e fazer valer sua posição perante ao conteúdo ilegal. O problema é que as grandes gravadoras querem fazer isso tornando até mesmo o usuário correto em um potencial criminoso, tolhendo de todas as formas a utilização de um produto pago (caro por sinal), e taxando todas as atitudes desse usuário como pirata.

  3. rabello disse:

    Veja bem, concordo plenamente que todo mundo que produz qq coisa boa merece ser pago, software, hardware, músicas, filmes e toda forma de criação. Mas isso tem que ser feito de acordo com o mundo de hoje é mão de 30 anos atrás. Não consumo CD nem DVD, consumo mp3, avi, mkv, gostaria de consumir streaming, mas não o netflix com velharias, quero assistir dexter, house, etc com qualidade descente com preço descendente. Se não me der o que eu quero, conseguirei de outros jeito.

  4. Jorge Afonso disse:

    Droga, não fizeram a propaganda do meu blog pessoal… =/

    O podcast ficou bom, mas, na próxima, assistam um filme de coméda antes aa não ficarem rindo tanto.

    Alias, a tirinha que eu mandei é sobre os serviços de streaming em geral. Não só a pirataria em si,deveria ter editado a imagem… =/

    • denisalvesbh disse:

      nao vejo problema nenhum nos risos… ele fazem um cast para se divertir e se rolar algum $$$ é lucro.
      “Trabalhar com o que gosta” :D

  5. mausl disse:

    Ae pessoal do Gemind, descobri os podcasts na 16ª edição apartir dai baixei todas.

    Queria complementar que antes da pirataria na internet existiam as BBS, lembram-se? Acesso discado com os modems 28.800 US Robotics e afins. Algumas delas também ofereciam conteúdo pirata e para acesso era necessário uma a$$inatura.

    Abraços continuem com o ótimo trabalho

    • denisalvesbh disse:

      Aqui em bh tinha uma bbs que chamava “horizonte bbs” e logo depois mudou “horizontes internet” e la tinha fotos da play da cristiane oliveira. O acesso a essa bbs era pago, claro que e aqui em belo horizonte rolava uma mafia para conseguir contas e entrar de forma alternativa.

  6. Irio Musskopf disse:

    Senti falta de um “guia para iniciantes”, todos os podcasts até então mereceria uma sessão aos não iniciados da área. Vou explicar: Gemcast #018 sobre pirataria poderia apontar meios para quem quer sair do barco com a bandeira de caveira. Nomes de serviços disponíveis, preços, para quem é indicado cada um e como usar, além do porquê usar (assunto principal do Gemcast). Sim, vocês citaram TunnelBear e Spotify, mas foi (acredito) superficial demais para quem estaria interessado em partir para o lado branco da força.

    Acredito que seja uma área a ser explorada nos próximos Gemcasts, tratando-se do que tem tratado.

    • Irio Musskopf disse:

      Sem falar na discussão e sugestões que virão por parte de nós, ouvintes.

    • O foco do programa não era explicar como funciona e como sair, mas as causas e raízes da pirataria pegando como gancho os eventos recentes.

      Se só assim o programa já chegou a 1h, entrando nesses detalhes ele ficaria imenso. É uma ideia boa, de qualquer forma, mas para um programa exclusivo, do tipo “aprenda a sair da pirataria” :-)

      []‘s!

      • rabello disse:

        Isso seria uma ótima idéia pra um programa, opções acessíveis, de qualidade e legais pra sair da pirataria. Só não me vem com endereço americano, pagar serviço estrangeiro pra fugir que está no exterior pq no final das contas continua “pirata”.

        • Nem sempre. A 7digital, por exemplo, não vende diretamente para o Brasil, mas nos termos de uso diz que não tem problema estrangeiro comprar lá (na loja inglesa; na dos EUA nem rola).

          E tem outra: eu não pago por conteúdo de entretenimento para “andar na linha”; isso é só consequência. O que me motiva a tal é recompensar os artistas de quem gosto. Nesse sentido, dane-se se aos olhos da lei continuo pirata, o meu objetivo e, por tabela, o que considero mais nobre e justo, é alcançado.

          []‘s!

          • rabello disse:

            Parabéns cara!Acho que é mais ou menos isso também, artista pago, serviço de qualidade, preço compatível! E todos foram felizes para sempre! (menos os donos das gravadoras). Detalhe interessante o da loja inglesa e a americana.

  7. rabello disse:

    O problema, é que estas soluções como o spotfy não estão disponíveis para os favelados (nos no caso), como eles disseram o itunes começa agora por aqui mais ainda com muitas limitações, mas estas já são as soluções chegando independente de quanto lutem contra.

  8. rabello disse:

    Tem conteúdo bacana Ghedin? Tipo tudo que agente possa pensar? Pq o netflix é parecido com sessão da tarde rsrs. Se tiver um acervo bacana só falta depois o 3g virar uma realidade!

    • Comparado ao Netflix, o que o Rdio oferece é bastante satisfatório. Você ficará sem uma ou outra banda/cantor, mas a galera que cuida do serviço está sempre recheando o catálogo. Quando foi lançado, acho que tinha ~9 milhões de música.

      De qualquer forma, dá para usar gratuitamente por sete dias, aí você vê se lhe agrada. Eu gostei bastante, sem falar que os apps (desktop e iPad) são bem legais — principalmente o do iPad, uma delícia de usar.

      []‘s!