O Flash para dispositivos móveis foi descontinuado ano passado. Até então um dos grandes chamarizes (injustificados) da plataforma Android, coube à própria Adobe, dona da coisa toda, chegar e mandar a real, tipo “ó, isso não funciona, vamos focar no desktop, onde a gente ainda tem alguma relevância”.
Alguns insistem e, onde o Flash Mobile já tinha fincado a sua bandeira, atualizações pontuais para corrigir bugs continuarão sendo disponibilizadas — incluindo aí o navegador padrão do Android. Como o Google poderia se livrar dessa saia justa? Simples, com um navegador padrão novo.
Por ora o Chrome para Android está em beta e limitado a 1% dos dispositivos. No futuro, porém, ele substituirá o atual “Navegador”, tornando-se padrão na plataforma. A boa nova é que, nessa dança das cadeiras, o Flash sumirá de vez do Android. Palavra da própria Adobe que, ontem, anunciou que o novo navegador do Google não suporta a sua tecnologia.
Poderia até rolar um conflito de interesses aí, já que nos desktops o Google/Chrome abraça o Flash com força, distribuindo-o integrado ao próprio navegador. Felizmente, optaram pelo caminho do bom senso, além de terem deixado uma pontinha de esperança por, algum dia, termos de volta um Chrome “Flashless” nos desktops.
A mim parece uma troca bem satisfatória: sai o Flash como selling point, entra o Chrome, cada vez mais popular nos desktops e sinônimo de velocidade para muita gente — a exata antítese do Flash Mobile.

Podiam liberar o Chrome Mobile pelo menos para os Androids 2.3 =(
“A boa nova é que, nessa dança das cadeiras, o Flash sumirá de vez do Android”.
“Felizmente, optaram pelo caminho do bom senso”.
A Veja está se remexendo no túmulo dos sem imparcialidade e credibilidade.
Não somos imparciais. E, acredite: ninguém é. A diferença é que o Gemind não faz questão de esconder isso.
[]‘s!
Esconder? Pra mim imparcialidade é respeito… não gosto de ver um jogo de futebol com o narrador torcendo para o lado que eu não torço.
Não estamos narrando um jogo de futebol, apenas contando aos interessados o que acontece nesse mundinho da tecnologia sob a nossa ótica. O foco é em games, mas este post do Kotaku dá uma boa base sobre o que tentamos fazer aqui.
A gente respeita muito todos os leitores e suas opiniões, estamos sempre abertos para receber comentários com opiniões contrárias às nossas, numa boa. Mesmo. Só não temos compromisso com “imparcialidade”, até porque, como já disse, ela não existe.
[]‘s!
Kotaku, Gizmodo, Lifehacker… São sites sensacionalistas, você sabe disso.
Cada vez que eles postam uma opinião própria tem quem não goste e caia fora. Eu caí fora.
Esse mantra de “imparcialidade não existe” pode ser bonito, mas as pessoas continuam se importando.
Até o Engadget se preocupou com a fama de ser fanboy da Apple.
Chamar aquele sanatório que é o gizmodo(todas as versões ) é uma ofença.