Mikael Hed, CEO da Rovio (do Angry Birds), falando na midem, evento anual relacionado à música, em Cannes, França:
“Aprendemos um monte a partir da forma terrível com que a indústria da música lida com a pirataria. Seria inútil enfrentá-la toda — desde que o produto seja bem feito, mesmo que não licenciado oficialmente ele ajuda a promover a marca.
(…)
Se nós falhamos em fazer nossos produtos legítimos a coisa mais fácil de se comprar, é praticamente nossa a culpa ele ser pirateado.”
As críticas de Hed casam perfeitamente com o que já falamos diversas vezes aqui, em posts e no último Gemcast. A pirataria envolve muito mais do que o simples “não pagar”. É uma questão de disponibilidade, comodidade e respeito/atenção para o consumidor. Ponto para a Rovio!
Ah, Hed também falou que a sua empresa está preparando um novo game musical. Ele não entrou em detalhes, porém, o que nos leva a temer que, apesar do “novo game”, esse possa ser apenas mais um spin-off de Angry Birds…

O que alimenta a pirataria são os preços dos originais.
Bem que a Roxio podia publicar o Angry Birds na Apple Store brasileira na categoria Entretenimento, para que nós brazucas não precisemos abrir uma conta a loja argentina só para comprar o jogo…